domingo, 20 de junho de 2010

Pais e filhos, atarefados, ou, estressados...

Pais atarefados... filhos estressados
As crianças brasileiras são as mais estressadas do mundo!

Você está com dificuldade em entender seu filho? Já pensou em chamar uma "super babá"? Hiperatividade, xixi na cama, medo do escuro, pesadelos, choro excessivo, agressividade, desobediência, falta de apetite, dor de barriga, diarréia, tique nervoso, dor de cabeça? É birra? Chilique? Manha? Pode ser estresse! O estresse é uma reação física ou psicológica quando vivemos alguma situação difícil ou de forte emoção. E as crianças brasileiras são as mais estressadas do mundo! Esse é o resultado da pesquisa “Well Being- O equilíbrio Emocional da Criança” realizada pela Nicklodeon que durante seis meses entrevistou 2.800 crianças de 14 países.

As brasileiras foram campeãs ao serem questionadas: “Você se preocupa em fazer seus pais felizes?” Diante dessas respostas, os pais precisam ter atenção para que haja um acompanhamento psicológico adequado dos filhos. O primeiro passo é vencer o preconceito de que psicológo é “coisa para loucos” e perder o medo daquilo que os outros vão falar. É importante perceber a diferença entre chilique, manha e estresse. Este último deve ser tratado, pois pode ser efeito de uma causa não aparente. Valerá lidar com a situação sem causar pânico na criança, agindo com paciência e prudência para buscar auxílio adequado e alcançar, com o tempo, o equílibrio. Se os pais e os demais adultos não souberem acompanhar a criança, indicando-lhe o caminho para a harmonia, ela terá muitas chances de ser um adulto estressado, também podendo apresentar outros desequilíbrios.

Amor-atenção-carinho. Os pais sabem que essas coisas são indispensáveis aos filhos, mas como aplicar essa “receitinha” depois de um dia intenso de trabalho? O tempo passa, o tempo voa... no ritmo da pós-modernidade, caminhamos apressados com tudo o que fazemos. Há pressa também na educação dos filhos. Seguimos cantando a música do homem fragmentado, que vive aos pedaços. Nós nos distanciamos de nossa inteireza e valores. A receita “amor-atenção-carinho” fica em segundo plano. Para muitos, o melhor para os filhos é o cursinho de inglês, a aula de dança, as artes marciais ou aulas de reforço, e, no final das contas, não sobra tempo nem para a recreação. As agendas de algumas crianças são tão cheias quanto a dos pais. Não passeiam, não brincam, são educadas para seguir à risca um treinamento para ter seu "futuro garantido". Na onda do “filho de peixe peixinho é”: preocupações da família, responsabilidades, compromissos, brigas por espaço no mercado, são aspirações transferidas para os filhos, que se transformam em autênticos “operários mirins” ou “mini donas-de-casa”, numa versão compacta da profissão dos pais.

Crianças estressadas podem ser a conseqüência de pais estressados, ansiosos ou preocupados. Se para os adultos é um desafio superar o corre-corre diário e ter qualidade de vida, imagine para os pequenos. Dificil até mesmo para se identificar o problema, pois a criança experimenta o mundo como novidade a cada minuto, e é pouco provável que consiga se auto-avaliar com sucesso. Vale lembrar que o estresse infantil – quando não é resolvido – pode prejudicar o desempenho escolar e colocar em risco a saúde da criança.

É comum o estresse pós-traumático. Uma criança que vive um “choque sentimental” como a perda de algum familiar, estupro, assalto, acidente, separação dos pais. Nesse caso, os medos aumentam e, conforme avaliam os especialistas, isso tende a durar seis meses. O estresse infantil pode ter muitas outras causas: mudança de cidade ou escola, discussões familiares, expulsão da escola, nascimento de um irmão, doenças psicossomáticas, desprezo dos pais ou dos colegas, professores sem preparo, excesso de atividades, viagens cansativas.

Grande parte dos estudos sobre o estresse infantil, aqui, no Brasil, iniciou-se no ano de 1991 e concentra-se na PUC de Campinas (SP). Os pesquisadores concluíram que toda criança enfrentará situações estressantes logo no início de sua vida, como o nascimento dos irmãos, mudança de casa, escola, cidade, empregada, problemas financeiros, hospitalizações, etc.

Qualquer pessoa – independentemente da idade em que se encontra – poderá ficar estressada, mas segundo Marilda Lipp, autora do livro “Crianças Estressadas”, a maior incidência de estresse patológico se dá em crianças no início da alfabetização, adolescentes e adultos dos 35 aos 45 anos. A escritora identificou 4 fases de estresse: a primeira pode ser benéfica, já que a adrenalina e o desejo de superação aumentam. O próprio criador da palavra "stress", Hans Selye (Universidade de Montreal/Canadá) disse que o estresse é o sal da vida. Mas se há resistência ao estresse, a segunda fase pode preocupar, pois o organismo começa a usar as reservas de vitaminas e uma das conseqüências pode ser a perda da memória. Na terceira fase, o estresse passa a ser patológico. A pessoa adoece e freqüentemente aparece a insônia, depressão, falta de apetite e desânimo para trabalhar ou até mesmo herpes. Na quarta e última fase, o estresse poderá deixar seqüelas. Há excesso de ansiedade e sensação de pânico, que podem gerar úlceras, diabetes ou enfarte.

Pais que trabalham “fora” não precisam se culpar, apenas ficar atentos a fim de estruturar a família de modo que não faltem os momentos de carinho, descontração e brincadeiras. O primeiro passo é aceitar que o ritmo das crianças é diferente e suas necessidades também. Na ânsia de dar uma boa educação e ter sucesso nessa empreitada alguns pais colocam limites aos filhos, mas, muitas vezes, provocam traumas, impedindo-os de viver. Caberá aos pais e educadores ensinar as crianças a lidar com o estresse. Superproteger não é recomendável! Filhos que não encontram dificuldades na vida, certamente não atingirão a maturidade e terão complicações para lidar com situações difíceis na vida adulta. Nem muito, nem tão pouco. Freios demais fundem o motor. Freios de menos provocam acidentes.

Diego Fernandes

Fonte:cancaonova.com

domingo, 13 de junho de 2010

Para uma vida nova

Colossesnses 1,12: Dai graças ao pai, que vos tornou dignos de participar da herança dos Santos na luz, foi ele que nos arrancou do poder das trevas, e nos transladou para o reino do seu filho muito amado, no qual temos a redenção, o perdão dos pecados. Padre Léo citou essa passagem na palestra anterior, estou retomando está palestra agora, a partir dessa palavra.

Você não foi sucateado, para depois Deus vir buscar a sucata, mas se você está sucata, é por que você quis experimentar de tudo, saiba que Jesus estava no seu encalço dizendo, ninguém te ama como eu, ele foi com os seus pés descalços, sem luvas, chegando, pegando sangue, desculpa, Jesus foi no lixo te pegar, quando ele te encontrou, ele gritou, te encontrei.
Foi ele que nos arrancou do poder das trevas, e nos transladou para uma vida nova, não foi você que se converteu, mas foi o senhor que te encontrou.
Tudo me é permitido, mas ném tudo me convém, como o padre disse na palestra hoje, tanto o cabo de aço, como o fio, eles te prendem, lá eles jogam pó de ouro nos teus olhos, dai você vê tudo colorido, mas é engano, mas se estamos em Deus, passa a ser real, em Deus você nada de braçadas, aqui você ama e faz o que quer, por que você está dentro dos principios, das leis e das regras. Canta: Ninguém te ama como eu.
Volto ao começo da Palestra, Jesus vivia, e lúcifer tinha a confiança de Deus, como principe desse mundo, para prepara-lo para Deus, foi ai que quando ele se viu principe desse mundo, ele se desligou do poder de Deus, e se engrandeceu querendo ser Deus, dai foi deixado por Deus, veja o que acontece quando você se independe, por isso eu digo que você não pode ser sucata, não pode, o que o demônio quer, é que quando o filho de Deus vier, encontre só sucata, lixo, detritos humanos, fezes, saiba meu filho, minha filha, você não é isso neste mundo, saiba que você não é esterco desse mundo não, a nossa juventude precisa ser mais original.
O encardido emporcalha a nossa juventude, por que você enche a privada de abortos, desculpe, mas o diabo quer que Jesus encontre, filhos e filhas estourados de presente para Jesus, isso tem que acabar, e Jesus quereria dizer, pai afasta de mim, este cálice, mas por você ele foi até a cruz.
O grande veneno é a independência, pois o inimigo de Deus se indepêndeu, mas o filho de Deus não, ele obedeceu, foi até a morte para te defender! Hoje é o dia de você dizer sou de Deus, ele me transladou, me arrancou com o preço do seu sangue, lembre-se, ninguém se estraga sozinho, e assim acaba estragando outros, quantos você já estragou? Até quando você foi adepto dele, estragando os outros? Chega!
Você pode mudar a muitos, por que aqueles que você estragou, se santifique, por isso quanto mais você se estragou, agora se santifique, pois é essa a vontade de Deus, por que assim você serve de resgate para os outros.


Palestra: Monsenhor Jonas Abib

domingo, 16 de maio de 2010

A Santa Missa

A Missa é a maior, a mais completa e a mais poderosa oração da qual dispõe o católico.
Nos dias de hoje, muitos irmãos e irmãs católicos, ainda não sabem o verdadeiro significado e o valor de uma Santa Missa. Alguns vão apenas por um sentido de obrigação ou convenção social, talvez imposta pelos pais na infância. Grande parte deles acabam por abandonar a Igreja por acharem uma coisa repetitiva, desconhecendo o verdadeiro conteúdo de uma Celebração da Eucaristia.
Evangelizar também é ensinar o verdadeiro sentido dos sacramentos da Igreja e portanto, aprenda você também a mostrar o sentido da Santa Missa aos seus parentes, familiares, amigos e vizinhos. Eduque seus filhos na fé! Fale de Deus com todos! Não tenha medo nem vergonha!
Entenda que Deus realmente está presente na missa e fala diretamente conosco. É preciso tornar-se criança no sentido de inocência e humildade para participar bem e aproveitar todas as bençãos que provém dos céus durante a missa. Ao entrar na igreja deixe de lado seus problemas e preocupação com o mundo e se entregue totalmente nas mãos do Nosso Senhor.


O SIGNIFICADO E O VALOR DE CADA PARTE:

1. Entrada e Saudação
Na entrada a Comunidade recebe o celebrante, ao mesmo tempo que responde: "Eis me aqui Senhor!", vim para atender o vosso chamado, vim para louvar, agradecer, bendizer, adorar e estou inteiramente a seu dispor.
Na saudação inicial o Sacerdote ou Minístro da Eucarístia, invoca a Santíssima Trindade, onde Jesus já se faz presente na celebração, pois ele mesmo disse: "Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, ali estarei Eu no meio deles".
Livres das preocupações mundanas, nesse momento e nesse lugar sagrado que é a igreja, o ser humano se torna iluminado na medida em que se coloca totalmente nas mãos de Deus e se entrega a um momento sagrado de união com os irmãos e com a Santíssima Trindade.

O SINAL DA CRUZ

Vai começar a Celebração. É o nosso encontro com Deus, marcado pelo próprio Cristo. Jesus é o orante máximo que assume a Liturgia oficial da Igreja e consigo a oferece ao Pai. Ele é a cabeça e nós os membros desse corpo. Por isso nos incorporamos a Ele pra que nossa vida tenha sentido e nossa oração seja eficaz.
Durante o canto de entrada, o padre acompanhado dos ministros, dirige-se ao altar. O celebrante faz uma inclinação e depois beija o altar. O beijo tem um endereço:não é propriamente para o mármore ou a madeira do altar, mas para o Cristo, que é o centro de nossa piedade.
O padre dirige-se aos fiéis fazendo o sinal da cruz. Essa expressão "EM NOME DO PAI E DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO", tem um sentido bíblico. Nome em sentido bíblico quer dizer a própria pessoa. Isto é, iniciamos a Missa colocando a nossa vida e toda a nossa ação nas mãos da Santíssima Trindade.

2. Ato Penitencial

Nesse momento, toda a Comunidade, cada membro individualmente e todos nós temos nossas fraquezas, limitações e misérias, e, somos um povo Santo e Pecador.
O Ato Penitencial é um convite para cada um olhar dentro de si mesmo diante do olhar de Deus, reconhecer e confessar os seus pecados, o arrependimento deve ser sincero. É um pedido de perdão que parte do coração com um sentido de mudança de vida e reconciliação com Deus e os irmãos.
Quando em nosso dia-dia temos alguma obrigação a cumprir, seja ela profissional, social e lazer, nos preocupamos com nossa higiene pessoal e também com nossa aparência. Quando estamos para participar em corpo e alma de uma Santa Missa temos que nos preocupar com a limpeza de nosso coração alma e mente, pois mais importante que a aparência física, é ter uma alma limpa e livre de qualquer mal e pecado que possa impedir de nos aproximarmos de Jesus.
Assim fazemos um Ato Penitencial, onde a comunidade e cada um dos fiéis, reconhecendo a condição de pecador, com verdadeiro e profundo arrependimento e, com o firme propósito de não cometê-los mais, suplicamos a misericórdia de Deus e seu eterno amor, que pela intercessão de Jesus Cristo nosso Salvador, somos perdoados.
Atenção: O fazer o Ato Penitencial não significa que estamos isentos do sacramento da Confissão. Depois de fazer um completo exame de consciência, devemos nos confessar com um Sacerdote, principalmente quando cometemos um pecado grave ou mortal. E também não dá a ninguém que não faça a confissão, o direito a participar da Comunhão.
O ato penitencial é um pedido de perdão, no qual está também incluso o sacerdote.

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS

O Glória é um hino antiquissimo e venerável, pelo qual a Igreja glorifica a Deus Pai e ao Cordeiro. Não constitui aclamação trinitária. Louvamos ao Pai a ao Filho, expressando através do canto, a nossa alegria de filhos de Deus.

ORAÇÃO

OREMOS é seguido de uma pausa este é o momento que o celebrante nos convida a nos colocarmos em oração. Durante esse tempo de silêncio cada um faça mentalmente o seu pedido a Deus. Em seguida o padre eleva as mãos e profere a oração, oficialmente, em nome de toda a Igreja. Nesse ato de levantar as mãos o celebrante está assumindo e elevando a Deus todas as intenções dos fiéis. Após a oração todos respondem AMÉM, para dizer que aquela oração também é sua.

3. Liturgia da Palavra

Após o AMÉM da Oração, a comunidade senta-se mas deve esperar o celebrante dirigir-se à cadeira. A Liturgia da Palavra tem um conteúdo de maior importância pois é nesta hora que Deus nos fala solenemente. Fala a uma comunidade reunida como "Povo de Deus".

A liturgia da Palavra é composta das seguintes fases:

Primeira Leitura: geralmente é tirada do Antigo Testamento, onde se encontra o passado da História da Salvação. O próprio Jesus nos fala que nele se cumpriu o que foi predito pelos Profetas a respeito do Messias.
Salmo: após a Primeira Leitura, vem o "SALMO RESPONSORIAL", é uma resposta à mensagem proclamada para ajudar a Assembléia a rezar e a meditar na Palavra acabada de proclamar. Pode ser cantado ou recitado.
Segunda Leitura: Epistolas - é sempre tirada das Cartas de Pregação dos Apóstolos (Paulo, Thiago, João etc...) às diversas comunidades e também a nós, cristãos de hoje.
Canto de Aclamação: terminada a Segunda Leitura, vem a Monição ao Evangelho, que é um breve comentário convidando e motivando a Assembléia a ouvir o Evangelho. O Canto de Aclamação é uma espécie de aplauso para o Senhor que vai nos falar.
O Evangelho de Jesus segundo João, Marcos, Mateus e Lucas conforme o tema do dia, toda a Assembléia está de pé, numa atitude de expectativa para ouvir a Mensagem. A Palavra de Deus solenemente anunciada, não pode estar "dividida" com nada: com nenhum barulho, com nenhuma distração, com nenhuma preocupação. É como se Jesus, em Pessoa, se colocasse diante de nós para nos falar. A Palavra do Senhor é luz para nossa inteligência, paz para nosso Espírito e alegria para nosso coração.
Homilia: é a interpretação de uma profecia ou a explicação de um texto bíblico.A Bíblia não é um livro de sabedoria humana, mas de inspiração divina. Jesus tinha encerrado sua missão na terra. Havia ensinado o povo e particularmente os discípulos. Tinha morrido e ressuscitado dos mortos. Missão cumprida! Mas sua obra da Salvação não podia parar, devia continuar até o fim do mundo. Por isso Jesus passou aos Apóstolos o seu poder recebido do pai e lhes deu ordem para que pregassem o Evangelho a todos os povos. O sacerdote é esse "homem de Deus". Na homilia ele "atualiza" o que foi dito há dois mil anos e nos diz o que Deus está querendo nos dizer hoje.
Baseado nas leituras, sempre relacionadas entre sí, o Sacerdote faz a explicação e reflexão do que foi ensinado. Esta é uma hora muito importante da Santa Missa pois é quando aprendemos grandes lições de vida e fazemos o firme propósito de aplicá-las em nossas vidas. É também a hora em que podemos entender o poder da Palavra de Deus que nos liberta e faz de nós seus novos apóstolos.
As leituras são escolhidas pela Santa Igreja conforme o tempo que estamos vivendo, isto é, de acordo com o Calendário Litúrgico: tempo comum, Advento, Natal, Quaresma, Páscoa, Pentecostes e para missas espeçíficas como Batísmo, Primeira Comunhão, Crisma, etc..

4. Profissão de Fé

A comunidade professa sua fé em comunhão com os ensinamentos da Igreja e pela liturgia da palavra, confessando crer em toda doutrina Católica, no perdão dos pecados e na presença viva de Jesus. A fé é a base da religião, o fundamento do amor e da esperança cristã. Crer em Deus é também confiar Nele. Creio em Deus Pai, com essa atitude queremos dizer que cremos na Palavra de Deus que foi proclamada e estamos prontos para pô-la em prática.

5. Oração dos fiéis

A Comunidade unida em um só pensamento e desejo eleva a Deus seus pedidos e anseios, pedidos coletivos e também pessoais. As orações podem ser conforme o tempo litúrgico ou campanhas da igreja, como por exemplo a Campanha da Fraternidade. Depois de ouvirmos a Palavra de Deus e de professarmos nossa fé e confiança em Deus que nos falou, nós colocamos em Suas mãos as nossas preces de maneira oficial e coletiva. Mesmo que o meu pedido não seja pronunciado em voz alta, eu posso colocá-lo na grande oração da comunidade. Assim se torna oração de toda a Igreja.

6. Liturgia Eucarística

Na Missa ou Ceia do Senhor, o Povo de Deus é convidado e reunido, sob a presidência do sacerdote, que representa a pessoa de Cristo para celebrar a memória do Senhor. Iniciam-se com as oferendas. A comunidade oferece seus sacrifícios através do pão e do vinho entregues ao Sacerdote para a transformação.

Procissão das Oferendas

As principais ofertas são o pão e vinho. Essa caminhada, levando para o altar as ofertas, significa que o pão e o vinho estão saindo das mãos do homem e da mulher que trabalham. As demais ofertas representam igualmente a vida do povo, a coleta do dinheiro é o fruto da generosidade e do trabalho dos fiéis. Deus não precisa de esmola porque Ele não é mendigo e sim o Senhor da vida. A nossa oferta é um sinal de gratidão e contribui na conservação e manutenção da casa de Deus.
Na Missa nós oferecemos a Deus o pão e o vinho que, pelo poder do mesmo Deus, mudam-se no Corpo e Sangue do Senhor. Um povo de fé traz apenas pão e vinho, mas no pão e no vinho, oferece a sua vida.
O sacerdote oferece o pão a Deus, depois coloca a hóstia sobre o corporal e prepara o vinho para oferecê-lo do mesmo modo. Ele põe algumas gotas de água no vinho que simboliza a união da natureza humana com a natureza divina. Na sua encarnação, Jesus assumiu a nossa humanidade e reuniu, em si, Deus e o Homem. E assim como a água colocada no cálice torna-se uma só coisa com o vinho, também nós, na Missa, nos unimos a Cristo para formar um só corpo com Ele. O celebrante lava as mãos: essa purificação das mãos significa uma purificação espiritual do ministro de Deus.

Santo

Prefácio é um hino "abertura" que nos introduz no Mistério Eucarístico. Por isso o celebrante convida a Assembléia para elevar os corações a Deus, dizendo "Corações ao alto!" É um hino que proclama a santidade de Deus e dá graças ao Senhor.
O final do Prefácio termina com a aclamação Santo, Santo, Santo... é tirado do livro do profeta Isaías (6,3) e a repetição é um reforço de expressão para significar o máximo de santidade, embora sendo pecadores, de lábios impuros, estamos nos preparando para receber o Corpo do Senhor.
A Consagração do pão e do vinho,
é o momento mais importante da celebração.

Consagração do Pão e Vinho

Pelas mãos e oração do Sacerdote o pão e o vinho se transformam em Corpo e Sangue de Jesus. O celebrante estende as mãos sobre o pão e vinho e pede ao Pai que os santifique enviando sobre eles o Espírito Santo.
Por ordem de Cristo e recordando o que o próprio Jesus fez na Ceia e pronuncia as palavras "TOMAI TODOS E..." O celebrante faz uma genuflexão para adorar Jesus presente sobre o altar.
Em seguida recorda que Jesus tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos dizendo: "TOMAI TODOS E...
"FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM!" aqui cumpre-se a vontade expressa de Jesus, que mandou celebrar a Ceia.
Novamente começa o Sacrifício de Jesus e diante de nós está o Calvário, e agora somos nós que estamos ao pé da Cruz. No silêncio profundo e no recolhimento do nosso coração adoramos o nosso Salvador, que está cruxificado diante de nós. Devemos oferecer a Jesus, nossa vida, dores, misérias e sofrimentos para ser cruxificado junto com Ele, na esperança da Salvação e da vida-eterna. Tudo isso não podemos ver com os olhos do corpo, mas temos que ver com os olhos do coração e da alma.

"Tudo isso é Mistério da fé "



"EIS O MISTÉRIODA FÉ"
Estamos diante do Mistério de Deus. E o Mistério só é aceito por quem crê.

Orações pela Igreja

A Igreja está espalhada por toda a terra e além dos limites geográficos: está na terra, como Igreja peregrina e militante; está no purgatório, como Igreja padecente; e está no céu como Igreja gloriosa e triunfante. Entre todos os membros dessa Igreja, que está no céu e na terra, existe a intercomunicação da graça ou comunhão dos Santos. Uns oram pelos outros, pois somos todos irmãos, membros da grande Família de Deus.
A primeira oração é pelo Papa e pelo bispo Diocesano, são os pastores do rebanho, sua missão é ensinar, santificar e governar o Povo de deus. Por isso a comunidade precisa orar muito por eles.
Rezar pelos mortos é um ato de caridade, a Igreja é mais para interceder do que para julgar, por isso na Missa rezamos pelos falecidos
Finalmente, pedimos por nós mesmos como "povo santo e pecador".

POR CRISTO, COM CRISTO E EM CRISTO...

Neste ato de louvor o celebrante levanta a Hóstia e o cálice e a assembléia responde amém.

PAI - NOSSO

O Pai Nosso, não é apenas uma simples fórmula de oração, nem um ensinamento teórico de doutrina. Antes de ser ensinado por Jesus, o Pai-Nosso foi vivido plenamente pelo mesmo Cristo. Portanto, deve ser vivido também pelos seus discípulos. Com o Pai Nosso começa a preparação para a Comunhão Eucarística. Essa belíssima oração é a síntese do Evangelho. Para rezarmos bem o Pai Nosso, precisamos entrar no pensamento de Jesus e na vontade do Pai. Portanto, para eu comungar o Corpo do Senhor na Eucaristia, preciso estar em "comunhão" com meus irmãos, que são membros do Corpo Místico de Cristo.
Pai Nosso é recitado de pé, com as mãos erguidas, na posição de orante. Pode também ser cantado, mas sem alterar a sua fórmula. Após o Pai Nosso na Missa não se diz amém pois a oração seguinte é continuação.
A paz é um dom de Deus. É o maior bem que há sobre a terra. Vale mais que todas as receitas, todos os remédios e todo o dinheiro do mundo. A paz foi o que Jesus deu aos seus Apóstolos como presente de sua Ressurreição. Assim como só Deus pode dar a verdadeira paz, também só quem está em comunhão com Deus é que pode comunicar a seus irmãos a paz.

FRAÇÃO DO PÃO

O celebrante parte a hóstia grande e coloca um pedacinho da mesma dentro do cálice, que representa a união do Corpo e do Sangue do Senhor num mesmo Sacrifício e mesma comunhão.

CORDEIRO DE DEUS
Tanto no Antigo como no Novo Testamento, Jesus é apresentado como o "Cordeiro de Deus".Os fiéis sentem-se indignos de receber o Corpo do Senhor e pedem perdão mais uma vez.

7. Rito da Comunhão

Jesus agora está vivo e presente sobre o altar. É presença real no meio de nós e se manifesta em bondade e amor.
A Eucaristia é um tesouro que Jesus, o Rei imortal e eterno, deixou como Mistério da Salvação para todos os que nele crêem. Comungar é receber Jesus Cristo, Reis dos Reis, para alimento de vida eterna.

MODO DE COMUNGAR

Quem comunga recebendo a hóstia na mão, deve elevar a mão esquerda aberta, para o padre colocar a comunhão na palma da mão. O comungante imediatamente, pega a Hóstia com a mão direita e comunga ali mesmo na frente do padre ou ministro. Ou direto na boca. quando a comunhão é nas duas espécies, ou seja, pão e vinho é diretamente na boca.
Quando verdadeiramente preparados, somos convidados a participar do Banquete Celestial. Jesus novamente realiza o milagre da multiplicação, partilhando o seu Corpo e seu Sangue com a comunidade. Agora seu Corpo descido da cruz não irá mais para o sepulcro, mas vai ressucitar dentro de cada um de nós.
É o momento sagrado em que Jesus fala diretamente conosco, nos ilumina e dá forças para viver cada vez melhor para podermos refletir sua imagem onde quer que estejamos.
Terminada a comunhão, convém fazer alguns momentos de silêncio para interiorização da Palavra de Deus e ação de graças.

8. Ritos Finais

Fonte: http://www.npdbrasil.com.br/religiao/rel_missacom.htm

domingo, 9 de maio de 2010

Um nome........mãe!!!


Mãe, uma palavra que soa em nossa boca e em nosso coração de forma tão doce, meiga, suave, um nome que traz conforto, paz, alegria.
Quem nunca precisou de um colo de mãe? Quem nunca chorou, e, ou na hora da solidão recebeu o conforto da mãe?
Ela foi e continua sendo a nossa primeira catequista, aquela que nos ensinou nossas primeiras palavrinhas, que nos corrigiu e corrige na hora certa, que nos ama de todo o coração, não importa o que fazemos, ou, o que sejamos.
Para o coração de mãe não existe estatus, moda, posição social, se o filho é bom ou ruim, para ela existe apenas um filho que ela ama e quer o melhor para ele, e, as vezes sofre por ter que oferecer um remédio as vezes até meio amargo, mas, ela sabe que é para o bem daquele que ela ama tanto, seu filho.
Para um coração de mãe, muitas vezes sofredor, não existe prêmio, presentes, ou dinheiro que pague, somente o amor de Deus e o carinho de seus filhos pode preencher tão grande amor. Mãe, um nome para ser declarado por ruas, montanhas, mares e a todo o mundo: "Mãe é amor". Que Deus, na sua infinita misericórdia abençõe a todas as mães, lhes dê o carinho e conforto que merecem, que ilumime todos os seus dias com sua luz e, a força e coragem para caminharem e vencerem os obstáculos que a vida oferece.

****Mãe, um nome de amor****