domingo, 18 de novembro de 2012

Recordando a Primeira Comunhão

   Resolvi revirar lembranças e recordações do meu passado, coisas que a muito tempo não via, lembrancinhas, livros, chaveiros, revistas, meu primeiro brinquedo (alias..o único que ganhei quando criança) etc....
   Revirando encontrei algo que me deixou muito feliz e que até pensava ter perdido, a lembrança da minha primeira comunhão. Veio me a mente a igreja (capela) de São Sebastião (bairro do Paiol Grande em São Bento do Sapucaí-SP), do Pe. Teófilo(falecido), com quem recebi a minha primeira comunhão e posteriormente meu professor de religião(naquela época tinha aula de religião no primário), como eu me vestia, a calça era azul marinho de pernas curtas, camisa branca, sapato não me lembro como era. Veio a lembrança das minhas catequistas, o trajeto que eu tinha que percorrer, naquela época eu tinha que andar 4Km a pé para frequentar a catequese, e na maioria das vezes...descalço, sapato ou tenis era coisa rara, morava na roça. 
   Foi uma das boas recordações da minha infância e o pulso para a minha vida na igreja, agradeço a Deus por este momento.

Lembrança da minha Primeira Comunhão

Primeira Comunhão: José Benedito
Local: Capela de São Sebastião - Paróquia de São Bento
Pároco: Pe. Teófilo de Almeida Crestani
Diocese de Taubaté
Bairro do Paiol Grande - Cidade: São Bento do Sapucaí - SP

   Agradeço a todos os catequistas que me proporcionaram esse momento, único em minha vida, e peço a Deus por todos eles onde quer que estejam, o meu muito obrigado

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Beata Elena Guerra

Beata Elena Guerra – Apóstola do Espírito Santo

    Por Rafael Sousa/30de abril de 2010
        
Elena Guerra nasceu em Lucca (Itália), no dia 23 de Junho de 1835. Viveu e cresceu em um clima familiar profundamente religioso. Durante uma longa enfermidade, se dedica à meditação da Palavra de Deus e ao estudo dos Padres da Igreja, o que determina seu orientamento da vida interior e de seu apostolado; primeiro na Associação das Amigas Espirituais, idealizada por ela mesma para promover entre as jovens a amizade em seu sentido cristão, e depois nas Filhas de Maria.
         Em Abril de 1870, Elena participa de uma peregrinação pascal em Roma juntamente com seu pai, Antônio. Entre outros momentos marcantes, a visita às Catacumbas dos Mártires confirmam nela o desejo pela vida consagrada. Em 24 de Abril, assiste na Basílica de São Pedro a terceira sessão conciliar do Vaticano I, na qual vinha aprovada a Constituição “Dei Filius” sobre a Fé. A visita ao Papa Pio IX a comove de tal maneira que depois de algumas semanas, já em Lucca, no dia 23 de Junho, faz a oferta de toda a sua vida pelo Papa.
         No ano de 1871, depois de uma grande noite escura, seguida de graças místicas particulares, Elena com um grupo de Amigas Espirituais e Filhas de Maria, dá início a uma nova experiência de vida religiosa comunitária, que em 1882 culminará na fundação da Congregação das Irmãs de Santa Zita, dedicada a educação cultural e religiosa da juventude. É neste período que Santa Gemma Galgani se tornará “sua aluna predileta”.
         Em 1886, Elena sente o primeiro apelo interior a trabalhar de alguma forma para divulgar a Devoção ao Espírito Santo na Igreja. Para isto, escreve secretamente muitas vezes ao Papa Leão XIII, exortando-o a convidar “os cristãos modernos” a redescobrirem a vida segundo o Espírito; e o Papa, amavelmente solicitado pela mística Luquese, dirige à toda Igreja alguns documentos, que são como uma introdução a vida segundo o Espírito e que podem ser considerados também como o início do “retorno ao Espírito Santo” dos tempos atuais: A breve “Provida Matris Charitate” de 1895; a Encíclica “Divinum Illud Munus” em 1897 e a carta aos bispos “Ad fovendum in christiano populo”, de 1902.
         Em Outubro de 1897, Elena é recebida em audiência por Leão XIII, que a encoraja a prosseguir o apostolado pela causa do Espírito Santo e autoriza também a sua Congregação a mudar de nome, para melhor qualificar o carisma próprio na Igreja: Oblatas do Espírito Santo.
         Para Elena, a exortação do Papa é uma ordem, e se dedica ainda com maior empenho à causa do Espírito Santo, aprofundando assim, para si e para os outros, o verdadeiro sentido do “retorno ao Espírito Santo”: Será este o mandato da sua Congregação ao mundo.
         Elena, em suas meditações com a Palavra de Deus, é profundamente impressionada e comovida por tudo o que acontece no Cenáculo histórico da Igreja Nascente: Ali, Jesus se oferece como vítima a Deus para a salvação dos homens; ali institui o Sacramento de Amor, a Eucaristia; ali, aparece aos seus discípulos depois da ressurreição e ali, enfim, manda de junto do Pai o Espírito Santo sobre a Igreja Nascente.
         A Igreja é chamada a realizar os Mistérios do Cenáculo, Mistérios permanentes, e, portanto, o Mistério Pascal: A Igreja é, por isto, prolongamento do Cenáculo, e, analogamente, é ela mesma como um Cenáculo Espiritual Permanente.
         É neste Cenáculo do Mistério Pascal, no qual o Senhor Ressuscitado reúne a comunidade sacerdotal real e profética, que também nós, e cada fiél em particular, fomos inseridos pelo Espírito mediante o Batismo e a Crisma, e capacitados a participar da Eucaristia, que é uma assembléia de confirmados, e, portanto, semelhante a primeira comunidade do Cenáculo depois da descida do Espírito Santo. É nesta prospectiva que Elena Guerra concebe e inicia o “Cenáculo Universal” como movimento de oração ao Espírito Santo.
         Elena morreu no dia 11 de Abril de 1914, sábado santo, com o grande desejo no coração de ver “os cristãos modernos” tomando consciência da presença e da ação do Espírito Santo em suas vidas, condição indispensável para um verdadeiro “renovamento da face da terra”.
         Elevada à honra dos altares em 26 de Abril de 1959, justamente o Papa a definiu “Apóstola do Espírito Santo dos tempos modernos”, assim como Santa Maria Madalena foi a apóstola da Ressurreição e Santa Maria Margarida Alacoque a apóstola do Sagrado Coração.
         O carisma profético de Elena é ainda atual, visto que a única necessidade da Igreja e do Mundo é a renovação contínua de um perene e “Novo Pentecostes” que por fim “renove a face da terra”.
Fonte:http://reporterdecristo.com/beata-elena-guerra-apostola-do-espirito-santo/

domingo, 21 de outubro de 2012

Quatro novos santos para a Igreja

Papa canoniza 4 novos santos no Vaticano

Rádio Vaticano

O Papa Bento XVI presidiu, na manhã do dia 12 de Outubro de 2012, na Praça São Pedro, diante da Basílica Vaticana, uma solene celebração Eucarística de Canonização de quatro novos Santos da Igreja: Afonsa da Imaculada Conceição, no civil Ana Muttathupadathu, primeira santa indiana; Maria Bernarda Bütler, suíça, evangelizadora na Colômbia e Equador; Narcisa de Jesús Martillo Morán, equatoriana; e o sacerdote italiano, Caetano Errico.
Estavam presentes na Praça São Pedro numerosos Cardeais, Bispos e Arcebispos, muitos dos quais estão participando, nestes dias, na Sala Paulo VI, no Vaticano, do Sínodo dos Bispos sobre a Palavra de Deus. Participaram da cerimônia também, milhares de fiéis, provenientes de diversos países do mundo, especialmente da Índia, Suíça, Colômbia, Equador e Itália, onde os quatro novos Santos viveram e atuaram.

Homilia

Na homilia que pronunciou em italiano, alemão, espanhol e inglês, Bento XVI recordou inicialmente os quatro novos Santos propostos, hoje, à veneração da Igreja católica. A liturgia no-los apresenta com a imagem evangélica dos convidados que tomam parte do banquete revestidos da veste nupcial. A imagem do banquete, disse o Papa, é uma imagem alegre, porque o banquete acompanha uma festa de núpcias: a Aliança de amor entre Deus e o seu Povo.
Os profetas do Antigo Testamento, explicou o Papa, orientaram constantemente a esperança do Povo de Israel para esta Aliança. Não obstante as provações e todo tipo de dificuldades, Deus jamais abandona o seu Povo. Eis porque o profeta Isaias convida à alegria: "Exultemos, alegremo-nos na sua salvação".
Referindo-se à Liturgia da Palavra de hoje, Bento XVI destacou "a fidelidade de Deus à sua promessa e o banquete nupcial", que nos faz refletir sobre a adesão humana ao convite do Senhor.
A mesma coisa acontece com o Mistério pascal: o poder do mal foi derrotado pela onipotência do amor de Deus. O Senhor ressuscitado convida todos ao banquete da alegria pascal, revestindo os comensais da veste nupcial, símbolo do dom gratuito da graça santificadora. E o Papa acrescentou: A livre adesão do homem deve, porém, responder à generosidade de Deus. Eis o caminho generoso que, justamente, percorreram aqueles que hoje veneramos como Santos. No Batismo, eles receberam a veste nupcial da graça divina, conservaram-na pura, purificaram-na e tornaram-na esplêndida em toda a sua vida, mediante os Sacramentos. Agora, eles tomam parte do banquete nupcial do Céu.
O banquete Eucarístico, disse Bento XVI, é a antecipação da festa final no Céu. O Senhor nos convida à Eucaristia, todos os dias, da qual devemos participar com a veste nupcial da sua graça. Se ela se sujar ou rasgar com o pecado, a bondade de Deus não nos rejeita nem nos abandona ao nosso destino. Pelo contrário, com o sacramento da Reconciliação, ele nos oferece a possibilidade de renovar integralmente a nossa veste nupcial necessária para a festa. E, referindo-se ao novo santo italiano, o Pontífice disse:

Caetano Errico

O ministério da Reconciliação é, portanto, sempre atual. A ele o sacerdote Caetano Errico, fundador da Congregação dos Missionários dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, se dedicou com diligência, assiduidade e paciência, sem jamais se arrepender nem se poupar. Ele se inscreve assim entre as figuras extraordinárias de presbíteros que, incansáveis, fizeram do confessionário o lugar para dispensar a misericórdia de Deus, ajudando os homens a reencontrar a si mesmos, a lutar contra o pecado e a progredir no caminho da vida espiritual.
A estrada e o confessionário foram os lugares privilegiados da ação pastoral desse novo santo italiano: a estrada lhe permitia encontrar as pessoas; o confessionário possibilitava o seu encontro com a misericórdia do Pai celeste.
Quantas feridas da alma ele sarou! Quantas pessoas ele levou a se reconciliar com Deus mediante o Sacramento do perdão! Assim, São Caetano Errico tornou-se especialista na "ciência" do perdão e a transmitiu a seus missionários.

Maria Bernarda Bütler

A seguir, expressando-se em alemão, o Santo Padre passou a falar da nova santa suíça: Maria Bernarda Bütler, nascida em Auw, no cantão suíço de Aargau, fez muito cedo a experiência de um profundo amor pelo Senhor. Este amor a levou a entrar para o convento das Irmãs Capuchinhas de Maria Auxiliadora, em Altstätten, onde fez os votos religiosos aos 21 anos. Aos 40, acolheu a vocação missionária e partiu para o Equador e, depois, para a Colômbia.
Graças à sua vida e ao seu compromisso em favor do próximo, João Paulo II a beatificou, em 29 de outubro de 1995. Sobre esta santa suíça, Bento XVI prosseguiu ainda, falando em espanhol:
Madre María Bernarda, uma figura muito recordada e querida, sobretudo, na Colômbia, entendeu profundamente que a festa que o Senhor preparou para todos os povos é representada, de modo particular, pela Eucaristia. Nela, o próprio Cristo nos recebe como amigos e se entrega na mesa do pão e da palavra, entrando em íntima comunhão com cada um de nós. Eis a fonte e o pilar da espiritualidade desta nova santa, assim como seu impulso missionário que a levou a deixar a sua pátria natal, a Suíça, para abrir-se a outros horizontes evangelizadores no Equador e Colômbia.

Afonsa da Imaculada Conceição

Dirigindo-se aos fiéis indianos, presentes na Praça São Pedro, para a Canonização da sua primeira santa, Afonsa da Imaculada Conceição, o Pontífice disse em inglês: Esta mulher excepcional, que se dedicou diariamente ao povo da Índia como verdadeira santa, estava ciente de que a Cruz é o autêntico instrumento através do qual se pode participar do banquete celeste, que o Pai lhe preparou. De fato, ela escreveu: "Estou ciente de que um dia o sofrimento terminará".

Narcisa de Jesús Martillo Morán

Enfim, falando novamente em espanhol, o Papa exaltou a figura da jovem leiga do Equador, Narcisa de Jesús Martillo Morán, que também foi escrita hoje no álbum dos Santos. Ela respondeu, com prontidão e generosidade, ao convite do Senhor para participar do seu amor:
Santa Narcisa de Jesus propõe um caminho de perfeição cristã acessível a todos os fiéis. Além de receber graças abundantes e extraordinárias, a sua existência transcorreu com grande sensibilidade, dedicando-se ao trabalho de costureira e ao apostolado como catequista.
Após ter apresentado a figura dos quatro novos Santos da Igreja, o Pontífice convidou os fiéis a seguirem seu exemplo de vida cristã e a darem graças a Deus pelo dom da santidade, que, sobretudo, hoje, resplandece com singular beleza na Igreja.

domingo, 23 de setembro de 2012

Novena e Festa de Nossa Senhora Aparecida

Com a MÃE APARECIDA acolhemos Jesus, nossa alegria

"Com a MÃE APARECIDA acolhemos Jesus, nossa alegria" é o tema da Novena e Festa da Padroeira do Brasil 2012. Com conteúdo produzido especialmente para as comemorações da Festa da Padroeira do Brasil, o livro da Novena serve como instrumento de oração pessoal ou comunitária, para que todos estejam em sintonia com as festividades do Santuário Nacional.

Dia 03/10 (4ª feira)  - 1º Dia - Maria: Alegria de ser a escolhida de Deus!

Dia 04/10 (5ª feira)  - 2º Dia - Maria: Alegria de acreditar no que é de Deus!

Dia 05/10 (6ª feira)  - 3º Dia - Maria: Alegria de ser grávida de Deus!

Dia 06/10 (Sábado)  - 4º Dia - Maria: Alegria de acolher os necessitados de Deus!

Dia 07/10 (domingo) - 5º Dia - Maria: Alegria em Deus libertador!

Dia 08/10 (2ª feira)  - 6º Dia - Maria: Alegria do nascimento de Jesus, o Deus conosco!

Dia 09/10 (3ª feira)  - 7º Dia - Maria: Alegria da entrega e da fidelidade a Deus!

Dia 10/10 (4ª feira)  - 8º Dia - Maria: Alegria de quem busca Deus!

Dia 11/10 (5ª feira)  - 9º Dia - Maria: Alegria de ser discípulo-missionário de Deus!

Dia 12/10 (6ª feira)  - Dia da Festa....